Simplesmente Björk
O grito da Moda
O ar gélido desta estação sórdida me fez pensar no frio da Islândia. Particularmente, não gosto do frio e, evidentemente, não me agradaria muito visitar o país citado. Porém, foi deste querido lugar que veio uma das minhas maiores inspirações. Björk Guðmundsdóttir, ou somente Björk, é reconhecida atualmente por ser um ícone no cenário alternativo, da música e da moda, mundial.
Excêntrica, como ninguém, marca em qualquer lugar que vá com seu estilo, simplicidade e simpatia. Em 93, com apenas vinte e oito anos, lançou seu primeiro cd solo, depois de muitas experiências em bandas que não deram certo. Seu sucesso foi absoluto na Europa, e sua fama explodia igual fofoca no Superpop.
A fofa ganhou Grammy Awards, Brit Awards, Cannes de melhor atriz, Globos de Ouro, entre outros. Desde o cd Debut, com o single Human Behaviour, Björk revolucionou o estilo pop, acrescentando uma grande salada de jazz, funk, acid dance e offbeat. Minha favorita é Play Dead, um hip-hop orquestrado: perfeito.
Já escreveu música para Madonna, já causou frisson em noite de gala no oscar, com seu inesquecível e irreverente vestido de Cisne (com direito a ovo e tudo). Foi criticada arduamente pelos trajes, mas ela não queria estar bem vestida, ela só queria ser engraçada. Ser bem vestida é luxo para ela. Seu estilo, uma mescla de Cavalera e Neon (essa última foi contemplada com a aparição da cantora com uma bota numa das fotos de divulgação de seu recém-lançado disco “Medulla”), faz com que a cantora pareça, quase sempre, uma visão alucinógena de LSD
Toda essa excentricidade parece ter agradado Alexandre McQueen, pois ele é um colaborador constante dela. Mcquenn foi responsável pela capa do CD Homogenic e pelo clipe da música Alarm Call. Mais recentemente, ele a vestiu para a turnê de Vespertine e criou um vestido de pérolas para o clipe da música Pagan Poetry. No evento Fashion Rocks, realizado em 2003, Björk cantou a música Bachelorette durante o desfile de Alexander.
Apesar de transparecer uma imagem transloucada, Björk é mãe de duas crianças, e uma boa mãe, diga-se de passagem, e uma eterna amante do planeta e das pessoas. Fez um cd, especial de remixes, para as vítimas do tsunami. Isso é para desmistificar a ilusão de que não há inteligência por trás da moda. Bjök é muito mais que roupas escalafobéticas e música tecno, ela é referencia de bom gosto.
“Mas não sou uma elfa, sou apenas uma islandesa com um laptop.”
Bjsmeliga








nao tenho muito o q dizer…exceto que ela eh TUDO!
bjork tum tum tum!
aeeeeeeee
bitocas baby!
adorei as fotos que vc escolheu.
Vamos lá: eu gosto da Bjork e acho o trabalho dela bem interessante. No entanto, ainda acho que ela se perdeu muito no último cd e acho que ela precisa “evoluir’ sua música junto com a carreira. (prova disso é que no último cd ela volta a fazer o que fazia antes).
Sobre as roupas, acho o estilo dela de gosto duvidoso, mas eu defendo a liberdado do vestir e acho que, em certos momentos ela arrasa, mesmo causando estranhamento. Afinal, o papel dela não é deixar tudo como está, mas remexer as coisas um pouco né?
abs