Girl Power

•agosto 8, 2007 • 4 Comentários

Pussycat é o caralho

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Você toparia se reunir com suas antigas amigas e cantar músicas como “Se você quer ser meu amante, você tem que se dar com meus amigos”? Pois bem, Melanie Chisholm, Geri Halliwell, Emma Bunton, Melanie Brown, e Victoria Beckham toparam. 

Na década de noventa surge o novo grupo musical composto por mulheres, sim, apenas mulheres, através de um concurso, tipo daqueles Popstar (lembra?), promovido por uma revista britânica, a The Stage. Chamava-se Touch, e era uma aposta do empresário Bob Herbert para um cenário musical, até então dominado por boys bands. Mas pouquíssimo tempo depois, uma das integrantes do grupo teve de abandoná-lo devido a uma grave doença de sua mãe. Assim, Michelle Stephenson abandona o grupo, deixando-o desfalcado. Indicado por Victoria Adams e por uma professora de canto do concurso, Emma Bunton integra-se ao quarteto. Até aí, tudo bem certo? Errado 

Os empresários e produtores dominavam o grupo. Imagine só podar cinco garotas que estão ebulindo de idéias e inspirações. As meninas abandonaram o empresário e foram morar juntas em um subúrbio de Londres. Decidiram que Touch deveria se chamar Spice, por ser mais ousado e feminino. Mas por questões de direitos autorais, acrescentaram o Girls. Escreveram músicas, coreografaram danças, tudo sozinhas, e corriam atrás de espaço para apresentar seu trabalho. Era uma por todas e todas por uma.  

Foram descobertas, finalmente, por Simon Fuller, um cara de grandes contatos na época e chefe de uma agencia famosa. Logo conseguiram um contrato com a gravadora Virgin. Depois disto, lançaram seu primeiro single, Wannabe, que foi um estouro. Para se ter uma idéia, ele era reprisado setenta vezes (sim, 70) por semana no canal The Box, principal concorrente da MTV na Europa, tornando-se o maior hit da gravadora dos últimos treze anos.  As meninas venderam tanto que foram parar no Guinness Book, sendo comparadas aos Beatles. Dai em diante, foram recordes atrás de recordes. Ganharam dezenas de prêmios, todos os singles já iniciavam em primeira colocação nos charts europeus, e por lá ficavam semanas. As Spice surpreenderam os críticos ao alcançar o inédito rank de três singles natalinos consecutivos em primeiro lugar nas paradas. 

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Eram ícones de moda, referência no mundo inteiro. Seus looks inspirados em drags, com vestidos tubos, coloridos, vestimentas em latéx, saltos plataformas, ganharam o foco de vários estilistas e fashionistas. Elas simplesmente e literalmente, dominavam o planeta. Mas como nem tudo são flores… 

O Fim 

Geri resolveu sair do grupo, assim, de uma hora para a outra, sem maiores explicações. Segundo ela, precisava pensar mais singularmente. Mas a verdade é que Geri e as outras Spice não estavam mais se dando muito bem. Evidente, personalidades fortes, hormônios femininos, dinheiro e TPM é uma mistura mortal. O segundo cd, SpiceWorld, não vendeu tão bem quanto o primeiro, Spice, e boatos sugerem que o grupo culpava Geri pelo fracasso, uma vez que ela se tornou empresário do grupo nesse segundo momento, com a saída de Fuller. Entre uma polêmica e outra, o grupo, desfalcado, começou a desmoronar. Alguns singles ainda vingaram, principalmente Goodbye My Friend, uma homenagem à Ginger (e uma das músicas que eu mais gosto). Viva Forever, um outro single que também alavancou o quarteto, foi cantado até em um dueto com Pavarotti (poderosas não?) 

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O novo álbum, Forever, que trouxe à mídia o single Holler e Let The Love Lead the Way foi um fracasso comparado aos outros dois. Estava fadado o término do grupo. Vic casou, Mel B engravidou, entre outras coisas e o grupo se desfez. Triste? Não. O que realmente é triste são as carreiras, ou tentativa delas, solo.  

Os Solos 

Ginger Spice lançou seu álbum Schizophonic, com uma levada bem Spice: um pop grudento. Mi Chico Latino é terrível, mistura espanhol com inglês bem pobremente. O clipe é apelativo, com homens sem camisa e performances na água. Lift Me Up agrada um pouco mais, com uma mensagem de amizade, bem simpático, mas também nada que a torne uma diva, jamais. Depois, o álbum Scream if you wanna go faster marcou o fim de sua carreira. A regravação de It’s Rainning Man é uma vergonha, e a música titulo do cd é uma porcaria, sem pé nem cabeça. Puro marketing barato na tentativa de um som auto-ajuda.  

Scary Spice se meteu em um caso com Eddi Murphy (coragem) e diz: toma que o filho é seu. Vida pessoal a parte, seus dois cds, Hot e LA State of Mind não repercutiram muito bem. Eu nem sei como ela conseguiu o segundo cd (talvez pelos seus mais quinze minutos de fama definhados pela polêmica com o ator). O único single de destaque é Feels So Good, onde ela está triunfante no clipe, não se abatendo nem pela traição do seu namorado.  

Sporty Spice talvez seja a única com um talento para a música. Certamente, é a que possui mais atitude de todas e não tem medo de expressar suas opiniões, mesmo que ela não agrade muito o governo. Seu primeiro single, Goin’ Down, não foi muito bem aceito pelo público, que reprovou seu novo visual (algo Cássia Eller) e dos palavrões cantados. Os álbuns Northern Star e Reason, os primeiros, foram muito bem criticados. Mel C se mostrou madura, com uma voz firme, divina!  

Posh Spice é um caso a parte. Sua voz não era o que a mantinha nos grupo, definitivamente. Aliás, que voz? Vejam o clipe Not Such an Innocent Girl e me digam se há alguma coisa que não seja efeito computadorizado. Beleza e estilo incontestáveis, mas o resto…

Baby Spice, enfim, a minha favorita. A loirinha, a mais meiga e com a voz mais doce decolou em sua carreira solo. Aqui no Brasil, sua música What Took You So Long ficou semanas no Disk MTV. Take My Breath Away também marcou presença durante semanas nas paradas do mundo inteiro, ambas do cd A Girl Like Me. Seu segundo álbum, Free Me, fincou sua presença eterna no cenário musical. Das onze canções presentes no álbum somente uma não pertence à autoria de Emma. A sonoridade retrô investe nos elementos sessentistas, com arranjos surpreendentes, violinos, bossa nova e um toque de samba, leva o álbum ao Top10 da Inglaterra, com destaques para o hit Maybe, I´ll be there e a regravação do clássico de 68, a canção de Marcos Valle, Crickets sing for Anamaria. Baby mistura bossa nova e pop. Certamente Emma é uma reconstrução de Brigitte Bardot 

A Volta 

Retomando o primeiro parágrafo, as meninas resolveram se unir novamente. Mas convenhamos que elas não são tão joviais como antigamente, e que, as canções são um pouco infantis demais para mulheres como elas cantarem por ai. Ainda mais que, nada de novo será apresentado, apenas um remake das antigas músicas em um tour duvidoso. Talvez a fórmula, que anteriormente, fez tanto sucesso não funcione mais. A não ser que elas se reinventem, criem um estilo mais maduro, músicas mais densas e com conteúdo. Que pelo amor de Deus, não regridam como a Avril Lavigne.  

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Apesar de que, se Pussycat Dolls fazem sucesso extraordinário, em um grupo de seis, onde uma canta, porque Spice Girls não podem re-estourar?  O marketing está grande, até Donatella se mobilizou e se candidatou a vestir as garotas durante a tour (imagina só, Donatella se candidatando a algo). Por favor Spices, esqueçam as diferenças, concentrem-se verdadeiramente em fazer um bom show, em cantar corretamente e agradar aos fãs. Esqueçam-se, por um minuto, do glamour que um grupo feminino representa. Vocês são cantoras, não atrizes. A receita está em suas mãos, basta apimentá-las!! 

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Spice Up Your Life e bjsmeliga

Simplesmente Björk

•julho 31, 2007 • 2 Comentários

O grito da Moda

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O ar gélido desta estação sórdida me fez pensar no frio da Islândia. Particularmente, não gosto do frio e, evidentemente, não me agradaria muito visitar o país citado. Porém, foi deste querido lugar que veio uma das minhas maiores inspirações. Björk Guðmundsdóttir, ou somente Björk, é reconhecida atualmente por ser um ícone no cenário alternativo, da música e da moda, mundial.

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Excêntrica, como ninguém, marca em qualquer lugar que vá com seu estilo, simplicidade e simpatia. Em 93, com apenas vinte e oito anos, lançou seu primeiro cd solo, depois de muitas experiências em bandas que não deram certo. Seu sucesso foi absoluto na Europa, e sua fama explodia igual fofoca no Superpop.  

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A fofa ganhou Grammy Awards, Brit Awards, Cannes de melhor atriz, Globos de Ouro, entre outros. Desde o cd Debut, com o single Human Behaviour, Björk revolucionou o estilo pop, acrescentando uma grande salada de jazz, funk, acid dance e offbeat. Minha favorita é Play Dead, um hip-hop orquestrado: perfeito.  

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Já escreveu música para Madonna, já causou frisson em noite de gala no oscar, com seu inesquecível e irreverente vestido de Cisne (com direito a ovo e tudo). Foi criticada arduamente pelos trajes, mas ela não queria estar bem vestida, ela só queria ser engraçada. Ser bem vestida é luxo para ela. Seu estilo, uma mescla de Cavalera e Neon (essa última foi contemplada com a aparição da cantora com uma bota numa das fotos de divulgação de seu recém-lançado disco “Medulla”), faz com que a cantora pareça, quase sempre, uma visão alucinógena de LSD

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Toda essa excentricidade parece ter agradado Alexandre McQueen, pois ele é um colaborador constante dela. Mcquenn foi responsável pela capa do CD Homogenic e pelo clipe da música Alarm Call. Mais recentemente, ele a vestiu para a turnê de Vespertine e criou um vestido de pérolas para o clipe da música Pagan Poetry. No evento Fashion Rocks, realizado em 2003, Björk cantou a música Bachelorette durante o desfile de Alexander. 

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Apesar de transparecer uma imagem transloucada, Björk é mãe de duas crianças, e uma boa mãe, diga-se de passagem, e uma eterna amante do planeta e das pessoas. Fez um cd, especial de remixes, para as vítimas do tsunami. Isso é para desmistificar a ilusão de que não há inteligência por trás da moda. Bjök é muito mais que roupas escalafobéticas e música tecno, ela é referencia de bom gosto. 

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“Mas não sou uma elfa, sou apenas uma islandesa com um laptop.”

Bjsmeliga

Socorro!

•julho 26, 2007 • 8 Comentários

Mulheres do Brasil varonil: trotando, trotando! 

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Eu já não agüento mais ver mulheres, de todas as idades, cores, credos e tamanho usando aquelas MALDITAS botas plataformas, conhecidas como pé de elefante. O que é aquilo? É a coisa mais horrorosa que eu já vi, e virou moda. Da onde veio essa tendência? 

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Pacce já deixou bem claro: nunca viu algo tão brega. Sabemos que os brasileiros seguem as modinhas ditadas pelas novelas. Quem não se lembra da época da novela O Clone, onde as arábias invadiram nossa cultura. Ou aqueles vestidinhos compridos da Vitória, em Belíssima. Isso sem contar das roupas (ou a falta delas) de Darlene, com seu estilo meio clubber/paty de ser, na Celebridades. De qualquer maneira, nenhuma novela, que pelo menos eu me lembre, tinha alguma personagem que trajava esses horrores nos pés. 

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Reza a lenda que essa mania surgiu das Psygirls, traduzindo, aquelas meninas cheias de conteúdo que freqüentam raves e baladas eletrônicas. Mas para mim, é falta de conhecimento. Opções de sapatos bons e bonitos, não faltam. Lógico que eu não vou indicar os da linha Jimmy Choo, na Daslu. Mas porque não os descolados da Melissa, que até Herchcovitch e Sommer já desenharam. 

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Para estar chique e continuar funcional, o básicão All Star é a melhor sacada. Fica bem para o trabalho, para o lazer, para a balada, para toda e qualquer ocasião. E para quem deseja entrar de cabeça no cult e posh da moda, pode requisitar pelos sapatos no templo da Carol Kauffmann. Vale a pena conferir e recuperar-se. Você não terá a chance de ter a diva como consultora de moda. 

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Vejam que, na última SPFW, a tendência t-o-d-a está voltada aos saltos altos. Atraente e poderoso, o salto alto, assim como o jeans, atravessa os anos sempre em alta. Fause Haten explora os vermelhos, de bico fino. Contrates perfeito com o preto e com o branco. Ou seja, por mais básico que seja um traje, o calçado realça todo o look, ou pode destruí-lo, ao usar aquelas botas plataformas que transformam meninas em verdadeiros filhotes de mamute. 

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Bjsmeliga

Balada Nova

•julho 22, 2007 • 3 Comentários

A nova casa da barbie. 

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Estava desenvolvendo um outro texto, com um outro tema, mas a minha ida à balada nova, Flex, voltado para as bees, me fez criar esse extra post. 

No lugar da antiga Broadway, a casa noturna realmente surpreende em sua estrutura. Raios lasers verdes, vermelhos e azuis cortam toda a balada. Os Stroubles são muitos, e coordenadamente conseguem iluminar toda a pista. É incrível. A iluminação é o segundo melhor ponto da casa.  Em terceiro lugar, vemos a disposição dos lugares. A pista principal (e única pista por enquanto) é bem grande, e conta com palcos por toda sua volta e um camarote atrás do palco. Ainda temos a ala vip, logo em cima do camarote. O acesso a ela fica pelo bar, logo na entrada. Por falar em entrada, o corredor que dá acesso à balada é incrível, algo tipo o scanner que Violet atravessa logo no começo do filme Ultravioleta. É lindo. 

Agora em primeiríssimo lugar fica os canhões multimídias espalhados pela casa. Só na pista principal são três, nas principais paredes da casa. Eles projetam imagens loucurinhas, bem psicodélicas. E o mais legal, é que o tamanho é quase uma tela de cinema. É impressionante. Tudo um clima balada norte-americana. Estava me sentindo naquele clipe New York City Boys. O clima realmente é mágico.  O lounge, ao ar livre, também é lindo. Tem dois andares, uma região central com puffs para se sentar, e um canhão que projeta as imagens na parede atrás da fonte de água. O visual é belíssimo (fico devendo fotos de lá). 

Agora, se em estrutura a balada é phodástica, em som e pessoas, ela fica toda cagada. Primeiro que eu nunca vi tanta barbie junta. Nunca vi pessoas tão educadas e meu pé nunca foi tão pisado. Chegando em casa tive que jogar o tênis fora, porque deu PT. A música parou no meio da balada e acabou com a minha colocação. O som ficou baixo por mais de meia hora, isso na pista principal. Quase fui embora nesta hora.  O corredor que liga a pista principal e o lounge é tão estreito que parece os corredores de Marrocos. Não preciso nem comentar a mão boba que rola ali. Quando fui ao banheiro, me deparei com uma fila. Sim, fila para usar o toallet. As pinturas das paredes remetem aos círculos bi coloridos dos anos sessenta. Até agrada, se a higiene dos vasos e do chão não fosse nível banheiro do Pq Dom Pedro.   

Enfim, se a tentativa da balada é competir com a The Week, sinto muito. Sr Almada fez um grande trabalho na estrutura de sua casa, que está há anos luz da Flex (acho que só perde para o jogo multimídia e as luzes), além de um marketing que as gays adoram. Quem freqüenta TW tem aquele sentimento de:”sou fina”. Então, se você tiver um tempo disponível e quiser conhecer alguma balada nova, vá ao Vegas ou à Bubu, ok? 

Bjsmeliga

Independência do Homem

•julho 21, 2007 • 3 Comentários

Estamos dominados em um mundo por mulheres.

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Isso não é uma interrogativa, é um fato. Elas degladiaram-se durantes anos contra os homens para conseguirem os mesmos direitos, só que foram longe demais. O hino, Independent Woman, mostra que esse anseio pela libertação jamais se apagou no coração das donzelas. Prova disso é Gisele Bundchen, que simplesmente dominou o mundo. A imagem da bela loira está simplesmente em todos os lugares e não há quem não a conheça.  

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O que dizer então de Donatella, que sabiamente encabeçou os negócios do irmão após sua morte, e deu um toque feminino da decadente maison. Resultado: Versace é hoje ícone para todos os moldes da moda. Madonna é diva e rainha soberana. Sua tirania não deixa espaço no show business para Elton John, Michael Jackson, George Michael, entre outros que batalham pelo topo.

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Oprah Winfrey conquistou o público, portanto, David Letterman hoje já não é mais o queridinho da América. O mundo da moda move milhões em dinheiro, e a maioria das revistas segmentadas são voltadas para a mulher (seja ela em corpo, ou espírito, se é que você me entende). Somos reféns de uma máfia feminina. Se antes, Bruce Lee arrasava nas telonas, hoje elas dominam as artes marciais e espadas, visto pelas suas atuações nos filmes: O Tigre e o Dragão, Kill Bill ou as famigeradas Panteras.

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Felizmente, tenho a sensação de que os homens estão reagindo. Pequenas rebeliões ao redor do planeta mostram isso. Antes conhecido como ex N’sync ou ex de Britney, atualmente Justin é uma máquina do marketing (porque de gogó ele não entende nada, convenhamos), e ironicamente, está ajudando a falida pop a se reerguer em sua carreira arruinada. Juntamente03comTimbaland, aquele que ressuscitou a portuguesa Nelly Furtado, estão vivendo a era Midas. Até Madge rendeu-se aos encantos deles (são vistos freqüentando os mesmos estúdios).

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Rodrigo Santoro explode lá fora. Afinal, não é só a gaúcha que tem talento. O carioca chegou comendo pelas beiradas, quietinho (até demais, como no filme As Panteras), até conquistar o papel principal no filme 300, um dos melhores do gênero. O tímido Alexandre Herchcovitch desprende-se das amarras da Cori, por quem dava todo seu carinho e atenção, para viver livre suas inspirações. Agora, Zoomp (re) ganhará seu poder fashion (notícia dada em premier por Alcino Leite, editor de moda da Folha de SP, fino). Enfim, é o mundo masculino gritando e esperneando por um espaço no cenário contemporâneo. Até Jesus derrotou as Pirâmides de Gizé para ser uma maravilha.

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Bjsmeliga

Tempestade

•julho 20, 2007 • 5 Comentários

Vamos falar de beleza, vamos falar de Rihanna

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Essa menina começou do nada, cantando em bares, e de repente ela estoura feito um foguete desgovernado em pleno reveillon carioca. No seu cd, A Girl Like Me, consolidou sua carreira em cenário mundial. Alguns hits emplacaram, e muito bem diga-se de passagem, como a famosa Unfaithul e S.O.S. Mas neste grito de socorro, Rihanna sofria apenas com a comparação, insossa, com a diva Beyoncé (diva?). E há quem diga que a jovem andou enfeitando a cabeça da cantora veterana.

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Mas agora, Knowlles que se cuide. Rihanna está voltando com tudo no novo cd Good Girl Gone Bad, com um corte mais curto, e uma franja avassaladora de fazer inveja à Victoria Beckman (isso te lembra Madonna em Bad Girl ou é neura minha?). Umbrella é o primeiro single da nova empreitada, e está quase batendo um recorde do cenário musical, permanecendo por tanto tempo no topo das listas inglesas. Há várias musicas dançantes no disco, que a própria cantora declarou que pretende arrasar nas pistas com ele. Fica a dica da faixa Breakin’ Dishes, onde ela se encontra poderosa e toda histérica (seria uma tentativa de Ring the Alarm?).

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Por falar nisso, a namorada de Jay-Z, no inicio de sua carreira, dividia o palco com Letoya, no extinto grupo Destiny’s Child. Porém, esta cantora negra causava tanto furor, e chamava tanta atenção com sua beleza e sua voz, que despertou o recalque de Beyoncé. A querida chorou para seu pai, e o sr todo poderoso da gravadora retirou Letoya de cena. E alguém mais ouviu falar da coitada? Ela foi abafada totalmente da mídia. Mas isso certamente não vai acontecer com a garotinha de 18 anos, que apesar da tempestade de Beyoncé, permanece firme e forte debaixo do seu guarda-chuva.

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A inserção

•julho 18, 2007 • 4 Comentários

The Show is About the Start

 
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